terça-feira, 30 de novembro de 2010

Arte e Sustentabilidade

Por Christiany Ribeiro.






Thiana é uma artista plástica do Recife que faz um belíssimo trabalho com garrafas pet. A artista fala que se realizou depois que descobriu como reutilizar matérias para desenvolver seus produtos artesanais e que os designers tem que conscientizar seus consumidores.
Thiana está sempre pesquisando novas ferramentas para trazer um resultado diferente e um excelente acabamento para seus produtos e ainda a designer não usa produtos químicos ou tóxicos.  Seus  acessórios são lindos que nem parecem ser de matérias recicláveis.

CÉLULAS A COMBUSTÍVEL: MOTOR MOVIDO A HIDROGÊNIO

A partir da entrevista com um grupo do 2° período de engenharia química durante o Circuito Acadêmico, realizado no dia 24/11/2010 no UNI-BH, foi observado que o conceito de sustentabilidade está cada vez mais presente no cotidiano da sociedade.

Com a finalidade de diminuir o impacto ambiental que os motores de veículos causam, devido à liberação do dióxido de carbono, que é prejudicial ao meio ambiente e à saúde humana, o grupo apresentou a necessidade de criar um motor automobilístico “limpo”, um motor movido a hidrogênio, que utiliza como combustível os gases hidrogênio e oxigênio, que reagem em eletrodos de difusão gasosa, convertendo energia química em energia elétrica ou térmica. O produto dessas reações nada mais é que vapor de água, que não causa dano nenhum quando liberado no processo de geração de energia.

Fábio Braga Ribeiro

domingo, 28 de novembro de 2010

Nova tecnologia transforma "fumaça" do carro em eletricidade

Os carros do futuro poderão "comer" sua própria exaustão, convertendo o calor de suas emissões em eletricidade. A nova tecnologia pode ajudar na economia de combustível, reduzindo a carga de trabalho do motor do veículo.

Além de alimentar os carros, a tecnologia termoelétrica também pode ser usada no aproveitamento de resíduos de calor de residências e de fábricas e na alimentação de novas gerações de células solares.

Pesquisadores da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo, junto com engenheiros do fabricante de automóveis General Motors (GM), geradores termoelétricos que produzem uma corrente elétrica quando existe uma diferença de temperatura.

Por Natália Francis

"RecycleBank" paga aos consumidores que reciclam seu lixo

Criado há seis anos, o RecycleBank desenvolveu um programa de incentivo à reciclagem, apelando para o bolso e fazendo sucesso nos EUA e no Reino Unido.

Em frente às residências dos moradores inscritos no programa,  é colocada uma caçamba de lixo high-tech que possui uma câmera para gravar cada descarte realizado. No dia determinado da coleta, caminhões adaptados com uma tecnologia de medição especial pesam as caçambas de lixo, e o volume de material reciclado é convertido em pontos que são automaticamente registrados na conta do morador.
Esses pontos são resgatados na forma de cupons vale-compra, que podem ser trocados em estabelecimentos conveniados.

Por Natália Francis

Mercados vão cortar quase à metade uso de 'sacolinhas'

As sacolas de plástico para carregar as compras devem ficar mais raras nos supermercados. A meta da Abras (Associação Brasileira de Supermercados) é diminuir quase pela metade a utilização das sacolinhas nos próximos quatro anos.
Ele defende que os mercados passem a eliminar gradualmente a distribuição gratuita de sacolas plásticas. Para Honda, a ideia não é cobrar pelas sacolas, mas incentivar o uso de materiais reutilizáveis.
O projeto visa à preservação do meio ambiente. Uma sacola plástica comum de supermercado demora ao menos 100 anos para se decompor completamente.

Por Natália Francis

Escova de dentes ecológica

A Reach, marca de escovas de dentes da Johnson & Johnson, lançou uma versão sustentável de seu produto, mas custando mais barato que a versão tradicional. O cabo da Reach Eco é feito com 40% de plástico reciclado pré-consumo, provenientes de outros processos da J&J no Brasil. Para a Reach, a escova Eco é apenas o primeiro passo para a elaboração posterior de novos produtos e até um aperfeiçoamento dos que já existem.

Por Natália Francis

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Caixões ecológicos deixam a morte mais "sustentável"

O caixão ecológico foi apresentado em uma feira de agências funerárias em Nova Orleans, nos Estados Unidos.
Durante o evento foram apresentadas diversas opções ecológicas para enterros, como urnas e caixões produzidos com jornais e outros mais elaborados, como o que é feito de vime, criado pela empresa inglesa Wicker Willow Coffins. Os produtos são feitos artesanalmente, explorando o cultivo local de vime. As famílias podem contribuir pessoalmente em cada caixão escolhendo uma variedade de faixas coloridas e alças para tornarem o caixão especial e único.


Mauricio Venga